Enfermagem Na Net: Julho 2014

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quinta-feira, 31 de julho de 2014

Estetoscópio Littmann Classic II Neonatal

 
Estetoscópio Littmann Classic II Neonatal

http://www.contec.med.br/estetoscopio-littmann-classic-ii-neonatal

Lançamento New Finishes: novas cores e acabamentos de auscultador e haste e tubo dos estetoscópios Littmann. A combinação perfeita entre qualidade e personalização.

O modelo ideal para neonatologia. Apresenta auscultador com tamanho reduzido para perfeita adaptação em bebês, permitindo a auscultação dos sons de baixa e alta frequência. Sistema patenteado de diafragma flutuante que garante tensão uniforme, proporcionando alta sensibilidade acústica.
Estetoscópio Littmann Classic II Neonatal
http://www.contec.med.br/estetoscopio-littmann-classic-ii-neonatal
- A combinação da tradicional função sino com um exclusivo sistema de ajuste do diafragma permite que se alterne entre sons de baixa e alta freqüência sem a necessidade de trocar o auscultador.
- As olivas macias e confortáveis ajustam-se perfeitamente promovendo um excelente selamento acústico.
Estetoscópio Littmann Classic II Neonatal
 http://www.contec.med.br/estetoscopio-littmann-classic-ii-neonatal
- Molas internas ajustáveis, proporcionando adequada tensãodas hastes nos ouvidos.
- Anel e diafragma com tratamento "anti-frio", mais confortável para o paciente.
- Auscultador de aço inoxidável. 
Fabricado nos Estados Unidos.
Estetoscópio Littmann Classic II Neonatal
http://www.contec.med.br/estetoscopio-littmann-classic-ii-neonatal
Prazo estimado de entrega: 15 dias úteis
Preço final incluí todos os tributos.
Frete grátis para todo o Brasil.

Produto sujeito a conferência de disponibilidade de estoque. 

Estetoscópio Littmann Classic II Neonatal
 http://www.contec.med.br/estetoscopio-littmann-classic-ii-neonatal

quarta-feira, 30 de julho de 2014

Estetoscópio Littmann Classic II Pediátrico


Estetoscópio Littmann Classic II Pediátrico

http://www.contec.med.br/estetoscopio-littmann-classic-ii-pediatrico-

 
O modelo ideal para pediatria. Apresenta auscultador com tamanho reduzido para perfeita adaptação em crianças, permitindo a auscultação dos sons de baixa e alta frequência. Sistema patenteado de diafragma flutuante que garante tensão uniforme, proporcionando alta sensibilidade acústica. - A combinação da tradicional função sino com um exclusivo sistema de ajuste do diafragma permite que se alterne entre sons de baixa e alta freqüência sem a necessidade de trocar o auscultador. - As olivas macias e confortáveis ajustam-se perfeitamente promovendo um excelente selamento acústico. - Molas internas ajustáveis, proporcionando adequada tensãodas hastes nos ouvidos. - Anel e diafragma com tratamento "anti-frio", mais confortável para o paciente. - Auscultador de aço inoxidável. Fabricado nos Estados Unidos.
Estetoscópio Littmann Classic II Pediátrico
Líder confiável em tecnologia inovadora de auscultação, os estetoscópios Littmann são conhecidos mundialmente por sua insuperável qualidade. A marca comercial Littmann é sua garantia de precisão, superioridade acústica, desenho inovador e desempenho excepcional. Como um profissional que necessita do melhor em instrumentais de precisão, invista no desempenho que os estetoscópios Littmann proporcionam.  Composição do Estetoscópio Littmann Classic II: Borracha e Aço Inox.
 
Estetoscópio Littmann Classic II Pediátrico
 
 Modo de usar: No Estetoscópio Littmann Classic II Preto com auscultador de combinação tradicional, é necessário abrir o lado do auscultador que está sendo utilizado. Isto é efetuado segurando a base do auscultador em uma mão e rodando-o com a outra mão até sentir um clique no interior do mesmo. Precauções: Não efetuar a limpeza com produtos químicos. Seguir as instruções do manual de limpeza e conservação.
 http://www.contec.med.br/estetoscopio-littmann-classic-ii-pediatrico-
Estetoscópio Littmann Classic II Pediátrico
Estetoscópio Littmann Classic II Pediátrico

Preço final incluí todos os tributos.
Frete grátis para todo o Brasil.

Produto sujeito a conferência de disponibilidade de estoque. 

TÉCNICAS DE TRANSPORTE E IMOBILIZAÇÃO

Apostila PDF #Enfermagem #medicina

TÉCNICAS DE TRANSPORTE E

IMOBILIZAÇÃO

Géssica Negreiros

https://docs.google.com/file/d/0BysyIZajatl_QUVBdlVmWGY3NG8/edit



quarta-feira, 23 de julho de 2014

Produtos Contec MED BR


Oxímetros

Oxímetro de Pulso Portátil Contec CMS-50DL

Oxímetro de Pulso Portátil Contec CMS-50D

Oxímetro de Pulso Pediátrico Digital Portátil Contec CMS-50QA

Oxímetro de Pulso Pediátrico Digital Portátil Contec CMS-50QB

Oxímetro de Pulso Portátil Contec CMS-50L

Oxímetro de Pulso Portátil Contec CMS-50E

Oxímetro de Pulso Contec MED CMS-50H
Oxímetro De Pulso Contec Med CMS-50FW
Oxímetro de Pulso Contec Med CMS-50F
Oxímetro De Pulso Contec Med CMS-50EW
Oxímetro De Pulso Portátil Contec Med CMS-50D1

Oxímetro de Pulso Veterinário Adulto Infantil Contec Med PM-60A

Oxímetro De Pulso USB Portátil Contec Med CMS-50D+
Oxímetros De Pulso Contec MED CMS-50C
Oxímetros De Pulso Contec Med CMS-50I

Oxímetros De Pulso Contec Med CMS-60C

Oxímetros De Pulso Veterinário Adulto Infantil Contec CMS-60D

Oxímetro De Pulso Contec Med CMS-60F
 


Pilhas e Baterias

Bateria Botão Recarregável LIR-2450 3.6V 


Acessórios 

Case para oxímetros contec med Modelos: cms-50d cms-50d+ cms-50dl 

Capa de Silicone Para Oxímetro de pulso Contec cms-50d cms-50dl
Manguito Para Monitor NIBP de Pressão Arterial Contec MED

Estetoscópios

 

 

terça-feira, 22 de julho de 2014

Oxímetro De Pulso
Marca: Contec Med Modelo: CMS-50A



Oxímetros De Pulso Contec Med CMS-50A
http://www.contec.med.br/produto/oximetros-de-pulso-cms-50a.html


Introdução - Oxímetro de Pulso Contec Med CMS-50A
Oxímetro de Pulso Contec MED CMS-50A é um dos Produtos Médicos Hospitalares que mede indiretamente a saturação de oxigênio no sangue de um paciente. Para que os enfermeiros, socorristas, paramédicos, dentistas, médicos, educador físico, fisioterapeutas, e demais profissionais da área da saúde, possam ver a oxigenação em relação ao tempo. A maioria dos monitores até mesmo os portáteis também mostra a freqüência cardíaca.
Oxímetro de Pulso Contec MED CMS-50A é adequado para uso pessoal em pacientes com Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (IRC) ou Insuficiência Cardíaca Congestiva (ICC), em hospitais (inclusive uso clínico em medicina interna, cirurgia, anestesia, pediatria, tratamento intensivo, entre outros), em centros de tratamento com oxigênio, em estabelecimentos de assistência, serviços móveis UTI de atendimento de urgência e emergência  médica, e em fisioterapia esportiva, podendo ser usado antes e depois de atividades esportivas.

Oxímetros De Pulso Contec Med CMS-50A
http://www.contec.med.br/produto/oximetros-de-pulso-cms-50a.html

Principais Características - Oxímetro de Pulso Contec Med CMS-50A
■ Integrado com sonda de SpO2 (saturação de oxigênio no sangue) para uso em adulto e em crianças, e módulo de display de processamento
■ Pequeno  volume,e peso
■ A operação do produto é baixo consumo de energia
■ indicação do valor SpO2 (taxa de saturação de oxigênio no sangue)
■ a exibição dos valores da frequência de pulso, display gráfico de barras
■ forma de onda de pulso
■ indicação da capacidade da bateria
■ Com backlight
■ Desliga automaticamente: quando o dispositivo está sob o estado de interface de medição. ele será desligado automaticamente dentro de 5 segundos se o dedo sair da sonda
Oxímetros De Pulso Contec Med CMS-50A
http://www.contec.med.br/produto/oximetros-de-pulso-cms-50a.html

Especificações Técnicas - Oxímetro de Pulso Contec Med CMS-50A
Formato de exibição: Display LCD
Faixa de medição Saturação de Oxigênio "SpO2": 0% - 100%
Faixa de pulso Taxa de medição: 30 bpm - 250 bpm
Pulso em forma de barras e ondas no visor
Alimentação: 2 x 1.5V AAA alcalina - não inclusas
Consumo de energia: Menor que 40 mA.
Resolução: 1% para SpO2 e 1 bpm para taxa de pulso.
Precisão de medição: ± 2% em estágio de 70% -100% SpO2, e sem sentido quando o estágio de ser menor do que 70%. ± 2 bpm ou ± 2% (selecione maior) para a taxa de pulso.
Medição em baixa perfusão pulso podem ser mostrados corretamente quando a relação de enchimento de pulso é de 0,4%. Erro SpO2 é ± 4%, erro de pulsação é de ± 2 bpm ou ± 2% (selecione maior).
Resistência à luz ambiente
O oxímetro desliga  em 5 segundos se não houver sinal
Sensor Ótico
A luz vermelha (comprimento de onda é 660nm, 6.65mW)
Infravermelho (comprimento de onda de 880 nm é, 6.75mW)

Oxímetros De Pulso Contec Med CMS-50A
http://www.contec.med.br/produto/oximetros-de-pulso-cms-50a.html

Acessórios - Oxímetro de Pulso Contec Med CMS-50A
1 Oxímetro
1 Manual em Inglês
1 Cordão de Pescoço

1 Case/Bolsa

Opcional
-

Garantia - Oxímetro de Pulso Contec Med CMS-50A
6 Meses Contra Defeitos de Fabricação

CERTIFICAÇÃO: CE, FDA, ISO

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Oxímetros De Pulso Contec Med CMS-50A

Pletismografia

Pletismografia venosa de membros é um exame auxiliar muito importante para detectar insuficiência venosa e falha na bomba periférica. São dados muito úteis e que não se consegue com outros exames como a ecografia vascular. A pletismografia pertence ao laboratório vascular não invasivo.
A fotopletismografia é a medição e registro, das modificações de volume de uma parte do corpo, órgão ou membro decorrentes de fenômenos circulatórios. Na Cirurgia Vascular a pletismografia é utilizada na avaliação de insuficiência venosa, varizes e dores nas pernas.
A pletismografia  parte do princípio de que o volume de um membro varia proporcionalmente com a variação do volume sanguíneo em seu interior, pois a massa muscular, os ossos e os ligamentos possuem volume constante em intervalos de tempo pequenos.
 
Tags: 
exame
pletismografia
fotopletismografia
insuficiência venosa

segunda-feira, 21 de julho de 2014

Livros 
Tratado De Endocrinologia E Cirurgia Endócrina - Victor Coronho, Andy Petroianu, Euclides De Matos Santana


http://clicklog-af.shopping.uol.com.br/?urlRedir=http%3A//shopping.uol.com.br/tratado-de-endocrinologia-e-cirurgia-endocrina-victor-coronho-andy-petroianu-euclides-de-matos-santana_27141.html&type=7&caf=309398741676438f8306c098aedc2084|230356|62229

O objetivo fundamental é prover uma apresentação condensada mas completa das diversas doenças, com base na aplicação de informações calcadas em pesquisas genéticas, bioquímicas e fisiológicas. Os autores escolhidos para colaborar na produção deste tratado são especialistas atualizados, sempre em estreito contato com o progresso nas pesquisas básica e clínica e com ampla experiência na sua aplicação à medicina clínica.

Características

Título
Tratado de Endocrinologia e Cirurgia Endócrina
Autor
Victor Coronho; Andy Petroianu; Euclides de Matos Santana; Luiz Gonzaga Pimenta

Especificações Técnicas

Assunto
Medicina/Saúde/Nutrição
Editora
Guanabara Koogan
Edição
1
Número de Páginas
1580
ISBN-13
9788527706346
Origem
Nacional
Idioma
Português
Data de Lançamento
2001
Acabamento
Brochura, 
Capa dura
Formato
Grande
Medidas (cm)
21x28 (LxA)
#medicina #médico

Pletismografia

Pletismografia venosa de membros é um exame auxiliar muito importante para detectar insuficiência venosa e falha na bomba periférica. São dados muito úteis e que não se consegue com outros exames como a ecografia vascular. A pletismografia pertence ao laboratório vascular não invasivo.
A fotopletismografia é a medição e registro, das modificações de volume de uma parte do corpo, órgão ou membro decorrentes de fenômenos circulatórios. Na Cirurgia Vascular a pletismografia é utilizada na avaliação de insuficiência venosa, varizes e dores nas pernas.
A pletismografia  parte do princípio de que o volume de um membro varia proporcionalmente com a variação do volume sanguíneo em seu interior, pois a massa muscular, os ossos e os ligamentos possuem volume constante em intervalos de tempo pequenos.

Quando procurar o médico clínico geral?

 

Os constantes avanços das pesquisas na área médica têm provocado uma crescente especialização de seus profissionais, enfocando aspectos cada vez mais específicos do organismo humano. Se isso, por um lado, traz progresso na pesquisa científica e no tratamento das doenças, por outro, gera grande dúvida aos pacientes. Se quiserem procurar diretamente um especialista, vão ter que fazer alguns diagnósticos por conta própria, o que obviamente nem sempre estará correto. Procurar um clínico geral inicialmente para esclarecer seus sintomas, sempre está certo. O clínico geral, tem uma visão global do organismo humano e deve estar preparado para proceder aos diversos diagnósticos.
Quais doenças o clínico geral pode tratar?
Esse profissional está apto a tratar diversas doenças e só precisa encaminhar seu paciente quando houver necessidade de um especialista, isso quer dizer, quando o problema é muito específico. Assim uma consulta com  clínico geral abrange:
  • Check Up

  • Avaliação Pré-Operatória para diversas cirurgias
  • Avaliação para atividade física e orientação de exercícios físicos
  • Obesidade leve a moderada

  • Orientação nutricional

  • Hipertensão Arterial
 Diabetes

  • Investigação e tratamento de doenças cardiológicas leves

  • Osteoporose

  • Dislipidemia (colesterol alto)

  • Gastrite

  • Doença do Refluxo Gastroesofágico

  • Infecções Intestinais

  • Infecções Urinárias

  • Infecções de Pele e Micoses
  • Infecções pulmonares,
  • Infecções de orofaringe

  • Cefaléia (dor de cabeça)

  • Hipo e Hipertireoidismo

  • Depressão, 
  • Transtornos de Ansiedade

  • Anemias

  • Indicação de Vacinas

  • Alergias
  • Entre outras....
Qual a função do clínico geral?
O maior diferencial do clínico é que ele pode acompanhar seus pacientes ao longo da vida, conhecendo profundamente seu histórico, levando em conta aspectos mais abrangentes como estado psicológico, social e familiar. Muitas vezes, pode ajudar o paciente a entender melhor a conduta de um especialista e esclarecer dúvidas a respeito do uso de diversos medicamentos receitados por vários especialista diferentes.  Sua atuação, hoje em dia, também é muito importante em doentes complexos que necessitam de acompanhamento com diversos especialistas, o clínico geral pode assessorá-los, informando-os sobre as condições do paciente e integrando condutas e medicações.

 

domingo, 20 de julho de 2014

Estetoscópio Littmann Lightweight

Estetoscópio Littmann Lightweight
http://www.contec.med.br/produto/estetoscopio-littmann-lightweight.html

 
O Littmann Lightweight é indicado para verificação de dados vitais e serviços de triagem. Além de ser muito leve, ele foi concebido com um novo design de auscultador em forma oval, permitindo fácil acesso aos locais de difícil auscultação com peças circulares. O Estetoscópio modelo LightWeight da Littmann, é duplo, porém possui um lado adulto e outro é do tipo "sino", ou seja, permite ao usuário auscultar sons de Baixa frequência. O novo design também utiliza o diafragma ajustável da 3M, anel e diafragma que não provocam sensação de frio, olivas patenteadas Snap Tight Littmann da 3M e hastes com ângulo confortável e anatomicamente corretos.

Preço final incluí todos os tributos.
Frete grátis para todo o Brasil.
Produto sujeito a conferência de disponibilidade de estoque. 


Estetoscópio Littmann Lightweight


Estetoscópio Littmann Lightweight
Estetoscópio Littmann Lightweight
Estetoscópio Littmann Lightweight
 

sábado, 19 de julho de 2014

Loa Loa, o parasita de olhos humanos


Loa Loa, o parasita de olhos humanos



“Loa loa é uma espécie de nematódeo do gênero Loa causador de um tipo de filaríase, especificamente denominada loaíase. Estes vermes estabelecem-se em pares, macho e fêmea, nos vasos linfáticos, podendo causar entumescências devidas à deficiente drenagem da linfa. Os vermes adultos produzem sexualmente inúmeras larvas microscópicas que migram pelo corpo, e são sugadas pelas moscas, transmissoras do sangue.
A passagem dessas larvas pode dar diversos sintomas. É comum as larvas migrarem de forma vísivel pelo branco (conjunctiva) do olho, donde vem o seu nome alternativo de “larva do olho”. É transmitida pela picada das moscas gigantes da família Tabanidae, especialmente as do género Crysops. Existe na África tropical. O tratamento é com dietilcarbamazina e cirurgia.”
Fonte: Wikipedia
bicho de olho
Resumindo: Esse demônio transa dentro do seu corpo e espalha larvas por todo ele. Essas larvas percorrem todo o seu corpo e algumas vão pra parte branquinha do seu olho causando dor e desespero sem igual. Entendeu agora? Sua remoção é através de antibióticos e cirurgia como essa agradável aqui no vídeo abaixo:

Gray Anatomia - 29ª Ed. - Charles Mayo Goss

Esta famosa obra de Henry Gray, que nas últimas cinco edições teve a editoria de Charles Goss, apresenta 1.178 ilustrações, a maioria em cores, em geral baseadas nas dissecções originais de Van Dyke Carter, famoso por sua clareza diagramática, e aqui feitas por Don Alvarado.
Pode ser usado tanto como atlas quanto como texto. Novos desenhos no capítulo sobre nervos periféricos. Nesta edição foi aumentado o número de radiografias. Referências separadas por assunto, ao final de cada capítulo. Destinado a estudantes de medicina e da área biomédica em geral.
http://clicklog-af.shopping.uol.com.br/?urlRedir=http%3A//shopping.uol.com.br/gray-anatomia-29a-ed-charles-mayo-goss_1262340.html&type=7&caf=309398741676438f8306c098aedc2084|230356|62229
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Cirurgia Vascular e Endovascular

Cirurgia Vascular e Endovascular
 
tratamento de varizes, vazinhos, veias varicosas, mas também artérias, aneurismas, estenoses, fístulas e outros

Cirurgia Vascular

tratamento de varizes, vazinhos, veias varicosas, mas também artérias, aneurismas, estenoses, fístulas e outros
O que a angiologia e a cirurgia vascular e a cirurgia endovascular trata? O Cirurgião Vascular é o médico responsável pelas doenças que acometem os sistemas arterial, venoso e linfático. Embora seja conhecido mais pelo tratamento de varizes, vasinhos, microvarizes e teleangiectasias, isso é apenas uma parte dessa ampla especialidade e se deve ao fato das varizes serem muito prevalentes em nossa população e possuirem um aspecto estético importante.
O angiologista é o médico responsável pelas doenças clínicas vasculares que não necessitam de cirurgia. Porém é muito difícil separar uma especialidade de outra. Inicialmente porque o paciente que procura o médico não saberá dizer se a conduta será cirúrgica ou não, isso caberá ao médico decidir. Portanto as duas subespecialidades estão intimamente relacionadas, sendo o cirurgião vascular apto a tratar clínicamente das doenças vasculares não cirúrgicas.
O Cirurgião Vascular que possui também titulação para exercer a Cirurgia Endovascular pode utilizar-se de recentes técnicas minimamente invasivas para realizar procedimentos cirurgicos. As novas técnicas endovasculares fornecem uma perspectiva diferente para os pacientes, com tempo de recuperação mais rápido, incisões menores ou ausentes, menos tempo de UTI, internações mais rápidas e outras vantagens.
A grande pergunta é: "Então porque todos não usam cirurgia endovascular para todas as doenças vasculares?"
Porque já existem indicações precisas para o uso das técnicas endovasculares. Em alguns casos a técnica tradicional ainda é superior a endovascular. Por isso é necessária uma cuidadosa investigação e planejamento por cirurgião apto para realizar tanto procedimento tradicional quanto endovascular.

Sistema arterial:
O sistema arterial é frequentemente acometido por aterosclerose, que é uma doença evolutiva (surge com a idade) e progressiva. As artérias que apresentam aterosclerose tornam-se estreitas e endurecidas, podendo haver bloqueio da passagem do sangue, levando à isquemia dos tecidos. Isto pode acontecer no coração (infarto do miocárdio), nas pernas (doença arterial obstrutiva periférica) e também nas artérias do pescoço, as carótidas, acarretando isquemia cerebral, que pode ser transitória (AIT - ataque isquemico transitório) ou definitiva (AVC - acidente vascular cerebral). As artérias também podem se dilatar, formando aneurismas, que são potencialmente graves, pois a dilatação do vaso enfraquece a parede com a possibilidade de rompimento do vaso e consequente hemorragia, o chamado aneurisma roto. O aneurisma mais comum é o da aorta abdominal.
- Aterosclerose, Arteriosclerose, Ateriolosclerose
  • úlceras arteriais
  • AVC (Acidente Vascular Cerebral) decorrente de estenose de carótida (isquemia cerebral de origem extracraniana)
  • Pé Diabético
  • Claudicação (dor ao caminhar, decorrente da isquemia, diminuição da circulação sangínea periférica)
  • Aneurismas Arteriais, tanto da Aorta abdominal quanto de outras localizações
  • tromboses arteriais
  • isquemia de membros inferiores
  • obstrução arterial aguda
  • desbridamentos e amputações (cirurgia mutilantes mas potencialmente salvadora de vidas)
  • fasciotomias
  • arterites e vasculites
Sistema venoso:
As doenças venosas são as mais frequentes, sendo as varizes e as tromboses venosas as de maior incidência. As varizes são veias em membros inferiores que se apresentam dilatadas e tortuosas, podendo levar a sintomas como dor, peso e cansaço. A trombose venosa é a formação de coágulos dentro das veias, que podem se desprender e ir para o pulmão, causando embolia pulmonar.

  • varizes, vazinhos, microvarizes, teleangiectasias, varicorragia, rotura de varizes
  • úlceras venosas
  • tromboflebites e tromboses venosas
  • trombofilias (doenças do sangue que causam coagulação aumentada)
  • acessos venosos profundos e difíceis
  • fístulas arteriovenosas para hemodiálise
  • acesso vascular para quimioterapia
Sistema linfático:
Os problemas linfáticos são menos frequentes e ocorrem quando os membros inferiores apresentam dificuldade de drenagem da linfa, com formação de edema, que é endurecido e constante.
  • linfangites
  • linfedema
  • erisipela
  • celulite (o termo médico celulite é diferente da celulite popularmente conhecida, e consiste em infecção)
Exames auxiliares (o cirurgião vascular também pode realizar exames subsidiários de imagem)
A ultrassonografia com Doppler é um exame não invasivo de fácil realização, muito útil na detecção das alterações nos sistemas arteriais e venosos em membros inferiores e superiores e também no sistema carotídeo.
  • Ecodoppler arterial e venoso (Ultrassom)
Tratamentos:
O laser vem ocupando espaço cada vez maior no tratamento das varizes, tornando-os menos invasivo.
Cirurgia convencional / aberta
  • Cirurgia endovascular minimamente invasiva, Angiorradiologia, Radiologia Intervencionista
  • Laser


Tags: 
angiorradiologia
endovascular
angiologia
Vascular
vazinhos
aneurisma

O que a geriatria trata?

O que a geriatria trata?
Clínica Médica

Geriatria

Clínica Médica
O médico geriatra atende o idoso, diferenciando as mudanças anatômicas, funcionais e psicológicas próprias do processo natural de envelhecimento, das alterações decorrentes de doenças nessa fase da vida. Na prática, muitas vezes, esse limite é impreciso.
O geriatra se preocupa, com todos os aspectos da saúde do idoso, de acordo com as particularidades do processo de envelhecimento. Enquanto a grande maioria das especialidades médicas se dedica a um órgão ou sistema, a geriatria se dedica ao indivíduo como um todo.  A população geriatrica é heterogenea, idosos de mesma idade podem ter qualidade de vida completamente diferente. Um idoso com doenças crônicas controladas pode ser considerado saudável quando comparado com outro de mesma idade sem doenças controladas e com incapacidades e sequelas. Para o geriatra o tratamento bem sucedido é aquele que além do controle das doenças visa preservar a autonomia (capacidade de escolher) e a independência (capacidade de executar) do idoso.
Ele tem a mesma função do clínico geral, só que durante o envelhecimento.Ou melhor sua função é bem parecida com o pediatra. Na infancia é hábito a criança saudável, ir ao pediatra, para saber se o crescimento está adequado e receber orientacões de vacina, nutricionais e outras. Pois bem, na velhice, que também é um estágio mais frágil da vida, o acompanhamento médico, periódico oferece melhor qualidade de vida por período mais longo.
Quem é idoso atualmente?

Antigamente a Organização Mundial da Saúde definia a idade mínima de 65 anos para países desenvolvidos e 60 anos para países em desenvolvimento, porque estes têm expectativa de vida menor. Hoje já está estabeleceido 65 anos como regra geral. São considerados muito idosos (very old) aquelas pessoas com mais de 85 anos nos países desenvolvidos e 80 anos para países em desenvolvimento.
Essa população vem aumentando muito e o geriatra esta especialmente qualificado em  atendê-lá.
Quando devo consultar um geriatra?
Existem basicamente tres situações para se procurar um geriatra.
A primeira é preventiva, para se orientar como envelhecer de forma saudável.
A segunda é para o acompanhamento do processo natural de envelhecimento, já em evolução.
A terceira é para o acompanhamento de doenças nessa fase da vida, evitando novas sequelas e reabilitando as já existentes.
Como sei se minhas queixas são decorrentes da idade ou se estou doente?
O ideal é procurar um geriatra para fazer o diagnóstico diferencial, para saber se o que você sente é consequência da idade ou decorrente de alguma doença. E o mais importante o que pode ser feito para melhorar essa queixa.
Quais atende o geriatra?
No consultório médico, no domicílio do paciente, nas instituições de longa permanência e nos hospitais.


Fonte:Amato, MCM; Amato, CM; Amato, MCM; Morillo, MG. Manual para o médico generalista. 2˚ edição. 2012 (no prelo)

sexta-feira, 18 de julho de 2014

Tumores Intracranianos (Tumores Cerebrais)


O que são tumores?

Tumor é um termo que indica aumento anormal de um tecido ou de uma região do corpo humano. Pode ser assustador ouvir este nome se associá-lo a câncer intratável e até mesmo a morte antes do previsto. Pode realmente ser uma doença maligna, no entanto, também pode ser uma doença benigna, tratável e que as vezes nem mesmo precisa de intervenção médica, apenas observação. Um tumor geralmente se forma a partir de uma célula defeituosa que se multiplica desordenadamente produzindo outras com o mesmo defeito e resultando no aumento do tecido. O tumor benigno, ao contrário do maligno, geralmente cresce lentamente, sem destruir muito os tecidos ao seu redor e sem enviar metástases para outros órgãos. Metástases geralmente ocorrem quando um tumor invasivo atinge o sangue e, células são transportadas para pontos do corpo distantes do tecido de origem, onde podem crescer e formar outras colônias tumorais.
Um tumor intracraniano é formado por divisões de células anormais que se encontram dentro do crânio: células ósseas, gliais e meníngeas, neurônios, vasos sanguíneos, nervos cranianos, glândulas e células malignas provenientes de câncer em outros órgãos. O tipo de tumor depende do tipo de célula que ele deriva.
Existem, portanto, diversos tipos de tumores intracranianos, cada um com evolução e características própria. Doenças que podem ser desde facilmente curáveis até rapidamente fatais. A consulta com o neurocirurgião é essencial para esclarecer todas as dúvidas, tipos de tratamento e evolução esperada.

Os tumores cerebrais podem ser hereditários ou genéticos? Quais as causas?
Os tumores cerebrais raramente são hereditários, ou seja, presentes em mais de um membro da família. Algumas exceções são os tumores do sistema nervoso central associados a síndromes genéticas como a Neurofibromatose, a Doença de Von-Hippel-Lindau e a Cavernomatose familiar.
Foram identificados genes que podem facilitar o surgimento de tumores pelo corpo; e genes que impedem naturalmente a formação de tumores, destruindo células defeituosas. Portanto, tumor pode ser considerado “genético”, mas sua formação é multifatorial, ou seja, além de uma predisposição genética existem outras causas para seu surgimento. Por exemplo, a radiação que é utilizada para radioterapia, ou mesmo para exames como o Rx e Tomografia, podem ser a causa de alguns tumores. Outra hipótese é a influência de infecções virais e de substâncias químicas. No caso do câncer de pulmão as substâncias químicas presentes no cigarro são sabidamente cancerígenas.

Quais são os tumores intracranianos?
Tumores intracranianos podem ser formados pelas estruturas que ocupam a caixa craniana como o osso, meninges (membranas que revestem o cérebro), cérebro, nervos cranianos e vasos sanguíneos; ou por metástases de tumores originários de outros órgãos do corpo.
As metástases, totalizam cerca de metade dos tumores que afetam o cérebro. Os locais de origem mais freqüentes no adulto são o pulmão, mama, pele (melanoma) e próstata. Em crianças: tumores do sangue (leucemia), do sistema linfático (linfoma), dos ossos (sarcoma osteogênico e de Ewing) e dos músculos (rabdomiosarcoma). Nesses casos, o tratamento deve ser voltado tanto para a lesão cerebral como para o órgão que originou o tumor.
O crânio é fonte de diversos tipos de tumores, a maioria deles benignos: osteoma osteóide, osteoblastoma, osteosarcoma, fibroma ossificante, granuloma eosinofilico, cisto ósseo aneurismático. O problema é geralmente identificado como um “caroço” crescendo na cabeça. Muitas vezes o tratamento consiste apenas na observação do desenvolvimento da lesão e a cirurgia pode resolver a maioria dos casos que apresentam crescimento progressivo ou que estejam causando sintomas.
Os meningeomas ou meningiomas, são originados nas membranas que revestem o cérebro (meninges) e estão entre os mais comuns. Como estão localizados logo abaixo do crânio, eles costumam crescer e comprimir o cérebro. A cirurgia é o tratamento mais eficaz para esse tipo de tumor e geralmente é possível a remoção total com cura da doença. Algumas vezes, estas lesões se comportam como malignas, nestes casos outros tratamentos como a radioterapia podem ser utilizados.
Existem diversas células que compõem o cérebro e podem gerar os mais diferentes tumores. Infelizmente, o tipo mais comum, responsável por aproximadamente metade dos tumores primariamente cerebrais, é o glioblastoma multiforme (GBM). Este tumor maligno é bastante agressivo, com grande poder de infiltração dos tecidos ao seu redor. Por não existir tratamento curativo, a cirurgia precisa ser complementada com radioterapia e, as vezes, quimioterapia. Apenas um em cada cinco pacientes com esse tipo de tumor sobrevive mais de dois anos. Em crianças, um tumor maligno e bastante freqüente é o meduloblastoma, nestes a cura vai depender do estágio em que a doença foi descoberta, do grau de ressecção da lesão e da resposta ao tratamento complementar à cirurgia (radioterapia e quimioterapia).
Existem outros tipos de tumores originados nas células cerebrais que podem variar de benigno a maligno, dependendo do grau de diferenciação de suas células. São eles: glioma, astrocitoma, oligodendroglioma, oligoastrocitoma, ependimoma, neurocitoma, gangliogliomas, ganglioneuromas. Existe uma escala da Organização Mundial de Saúde (OMS) para classificar os tumores: os benignos são grau 1 e os mais malignos como os GBMs são grau 4. O grau 2 pode ser considerado 10 vezes mais maligno que o grau 1; o grau 3, 100 vezes mais; e o grau 4, 1000 vezes mais maligno que o grau 1.
 Os tumores grau 1 como o astrocitoma pilocítico, o ependimoma grau 1, o xantoastrocitoma, o ganglioglioma e ganglioneuroma podem ser curados se forem retirados totalmente na cirurgia. É importante salientar que se a retirada total do tumor for causar algum dano neurológico ao paciente, é preferível deixar um pouco de tumor mantendo o paciente sem novos sintomas.
Os tumores dos nervos cranianos mais comums são os schwannomas, neurinomas ou neurilenomas que geralmente acometem os nervos vestibular, acústico e facial. Os sintomas do neurinoma do acústico ou schwannoma vestbular podem ser perda auditiva, tontura, zumbido e perda de equilíbrio. O tratamento cirúrgico é geralmente eficaz. Existe também a alternativa da radiocirurgia quando a cirurgia não pode ser realizada.
Os vasos sanguíneos também podem gerar tumores, geralmente são lesões benignas como o hemangioblastoma. No sentido amplo da palavra tumor, ou seja, algo com efeito expansivo, os cavernomas (angiomas cavernosos) e malformações artério-venosas podem ser considerados tumores e são passíveis de tratamento cirúrgico.

Quando desconfiar de um tumor?

Os sintomas dependem principalmente de onde está situado o tumor e da velocidade de seu crescimento. Quando o tumor é muito agressivo, pode causar dor de cabeça muito forte associada a vômitos e letargia (sonolência excessiva), nestes casos a procura pelo neurocirurgião deve ser imediata. Seguem as manifestações neurológicas que devem estimular o paciente a procurar um especialista e que podem estar relacionadas a tumores no sistema nervoso central:
  • dor de cabeça (cefaléia),
  • desmaios e crises epilépticas (epilepsia),
  • perda de força (paralisias, plegia ou paresia),
  • formigamentos (parestesias) e outras alterações da sensibilidade,
  • alterações visuais (perdas visuais, visão dupla, pontos luminosos) e alterações da fala (gagueira, afasia),
  • alterações do estado mental (confusão, agitação), perda de memória,
  • tonturas, alterações do equilíbrio e marcha,
  • movimentos involuntários (tremores, tics),
  • alteração do humor (irritabilidade, depressão).

Entretanto, esses sintomas podem estar presentes em doenças mais simples e comuns. Por exemplo, existem mais de 150 tipos diferente de dor de cabeça e a minoria delas está relacionada a uma doença neurológica grave, e ainda, 80% dos adultos vão ter, pelo menos uma vez na vida, um tipo de dor de cabeça que pode ser bastante intensa e incomodativa, e não estar relacionada a lesão estrutural no cérebro De uma maneira geral, podemos considerar que quanto mais antiga for a dor de cabeça mais benigna ela é. Nos casos de tumor a dor costuma ser de inicio recente e evoluir com piora progressiva além de estar freqüentemente associada a outros sintomas ou sinais no exame neurológico.
Sintomas neurológicos súbitos estão geralmente associados a uma doença vascular como o derrame (AVC), os tumores costumam causar piora progressiva dos sintomas apresentados.

Como se faz o diagnóstico?

A suspeita diagnóstica é feita através da história clínica e do exame neurológico. A partir daí, o neurocirurgião ou neurologista solicitam os exames complementares mais pertinentes para cada caso, que podem ser: Ressonância Nuclear Magnética (RNM), Tomografia Computadorizada (TC) e Arteriografia dos vasos cerebrais.

Qual o tratamento?

O tratamento depende do tipo de tumor, da localização, da idade do paciente e dos sintomas apresentados. As alternativas são: observação, cirurgia, radioterapia, quimioterapia e radiocirurgia.
Em situações específicas é possível fazer o acompanhamento da doença sem necessidade de submeter o paciente a qualquer tratamento, por exemplo, nos casos de meningiomas muito pequenos.
Geralmente, a cirurgia é o primeiro passo no tratamento dos tumores intracranianos. Sua finalidade é a remoção do máximo de tumor possível sem criar novos danos neurológicos ao paciente. Alguns tumores podem ser curados somente com cirurgia.
A radioterapia é um tratamento complementar onde as células tumorais são irradiadas e destruídas. Utiliza-se uma fonte externa de material radioativo que é direcionada para a lesão. Quanto mais rápido for o crescimento tumoral, maior a eficácia desse tratamento. O radioterapeuta é o médico especialista neste tipo de tratamento e a dose e área a ser irradiada depende da avaliação conjunta deste médico com o neurocirurgião.
A quimioterapia se refere ao uso de medicações injetáveis ou orais que atingem as células tumorais. Na maioria dos tumores intracranianos primários a quimioterapia é apenas adjuvante, ou seja complementar. Mas em alguns casos de tumores com origens em outros órgãos, como por exemplo o germinoma ou linfoma, a quimioterapia é muito importante e decisiva para o tratamento. O oncologista é o médico especialista, responsável por escolher as melhores medicações e dosagens a serem administradas para cada caso.
A radiocirurgia, apesar do nome, não envolve corte ou necessidade de anestesia,  funciona como uma radioterapia em que a dose é concentrada em um pequeno ponto, em uma ou poucas sessões, com mínimo efeito no tecido normal ao redor do tumor. Esse tipo de tratamento é reservado para os casos em que o tumor é pequeno, pouco infiltrativo e localiza-se suficientemente distante de estruturas sensíveis a radiação como o nervo óptico por exemplo.

Conclusões
Existem portanto mais de uma centena de tumores que acometem o espaço intracraniano, converse com o neurocirurgião para obter o máximo de informações a respeito de sua doença, afinal, se a medicina ainda não pode curar todos os tumores, o médico deve ao menos fornecer informações e proporcionar conforto ao paciente aliviando o sofrimento e tratando os sintomas.
O tratamento deve ser individualizado e contar com o apoio multiprofissional, visando sempre a melhor qualidade de vida do paciente e de seus familiares

Fonte: Neurocirurgia Pediátrica - Fundamentos e Estratégias, Tratado de Clínica Cirúrgica

Cirurgia Geral

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Cirurgia Abdominal, Cirurgia videolaparoscópica e Cirurgia do trauma

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Cirurgia Abdominal, Cirurgia videolaparoscópica e Cirurgia do trauma
Cirurgia geral é a especialidade médica cuja área de atuação compreende: Cirurgia Abdominal, Cirurgia videolaparoscópica e Cirurgia do trauma. Esta especialidade médica ocupa-se do estudo dos mecanismo fisiopatológicos, diagnóstico e tratamento de enfermidades passíveis de abordagem por procedimentos cirúrgicos.
A residência médica em Cirurgia Geral é pré-requisito para várias outras especialidades cirúrgicas.
Recentemente a Associação Médica Brasileira e o CFM reconheceram a Cirurgia Geral como especialidade e não apenas sendo pré-requisito para outras especialidades.
Assim, atualmente o Cirurgião Geral é aquele habilitado e treinado para resolução das afecções cirúrgicas mais comuns, além de se dedicar à laparoscopía e a cirurgia do trauma.
As doenças mais comuns de ocupação da cirurgia geral são:
  • Hérnias
    • hérnia inguinal
    • hérnia umbelical
    • hérnia epigástrica
    • hérnia hiatal
    • e outras hérnias
  • Colelitíase, a famosa "pedra na vesícula"
  • Colecistite
  • Hemorróidas
  • Doença diverticular dos cólons
  • Diverticulite aguda
  • Úlcera gástrica
  • Traumas

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