Enfermagem Na Net: Um milhão de recém-nascidos não sobrevivem ao seu primeiro dia

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segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Um milhão de recém-nascidos não sobrevivem ao seu primeiro dia

Um milhão de recém-nascidos não sobrevivem ao seu primeiro dia

Um milhão de recém-nascidos não sobrevivem ao seu primeiro dia
A mortalidade infantil mundial ainda permanece alta demais, segundo o relatório da UNICEF "A Promise Renewed" (Uma promessa renovada). Todos os anos, um milhão de recém-nascidos morrem no primeiro dia de vida, e 2,8 milhões morrem nas quatro primeiras semanas. Entretanto, o relatório também afirma que o desenvolvimento mostra um certo grau de promessa. A taxa de mortalidade entre bebês vem diminuindo, com a taxa de sobrevivência infantil em países mais pobres (exceto no sul da África) aproximando-se do número em áreas mais ricas. A mortalidade entre crianças com menos de cinco anos de idade também foi reduzida à metade desde o início da década de 1990, de 12,7 milhões para 6,3 milhões.
Muitas mortes poderiam ser evitadas com medidas simples e baratas, tomadas antes, durante e após o parto, segundo o relatório. Porém, os sistemas de saúde com frequência falham em fornecer auxílio durante esses períodos, particularmente aos mais pobres. O acesso aos serviços de saúde para mães e recém-nascidos é distribuído de modo desigual, não apenas de um país para outro, mas também dentro do mesmo país.
Aproximadamente 50 por cento das gestantes não recebem a quantidade mínima necessária de quatro check-ups. Etiópia, Bangladesh, Nigéria e Quênia possuem o sistema de saúde menos confiável para mulheres gestantes, além da mais alta taxa de mortalidade infantil.
Em 2012, uma em cada três crianças nasciam (44 milhões mundialmente) sem cuidados médicos adequados. Nascimentos prematuros e complicações no parto são as causas primárias de morte infantil, e embora o aleitamento materno dentro da primeira hora após o nascimento reduza o risco de morte em 44 por cento, ele só ocorre em menos de metade dos casos, afirma o relatório da UNICEF.
A desigualdade social também é um problema, segundo a UNICEF. Melhor educação e maior renda das mães aumentam as chances de sobrevivência para a criança. "Temos que garantir que as possibilidades, caso existam, sejam utilizadas, e fazer contar cada encontro das mães com os profissionais da saúde. Há mais a se fazer para alcançar as mães mais pobres," disse Geeta Rao Gupta, vice CEO da UNICEF.

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